quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O estranho caso de ....

Benjamin Button... Foi um dos filmes que mais adorei ver...

Imagina só... Você nasce velho é o xodó da família e todo mundo cuida de você no momento em que você mais precisa, poderia nascer aposentado também né?

Quando passa alguns anos, você vira criança os problemas vão desaparecendo e você crescendo... e Rejuvenecendo! Ruim né? Com 18 anos você ainda está aposentado porém com uma saúde mais forte, pode viver em baladas sem trabalhar.

Quando chega aos 25 é como se estivesse com 40, e as "coroas" arrumam namorados novinhos e os "coroas" meninas com sede de homem mais velho. E quanto mais velho, mais novo! Mais disposição, mais tudo.

Pois é imagina no auge da sua velhice você aprontando que nem criança, brincando que nem criança, vivendo com criança! E com a experiência de anos, e que tal na hora de morrer você, como um bebê sem consciência sem dor.

A vida ao contrário não me parece tão ruim....

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Felizes para ...

Maria desde cedo sabia que era com Carlos que deveria se casar. Afinal ele tinha sido tão especial e a feito a namorada mais feliz de todo o mundo e por que não a faria a mulher mais feliz do mundo?

Depois de meses de planejamento finalmente casaram-se, a festa foi linda. Todos os parentes e amigos puderam assistir a cerimônia e participar da festa. Era o casamento dos seus sonhos e Maria Eduarda jamais sentira tamanha felicidade.

Os primeiros 3 anos foram uma maravilha, tudo maravilhoso e perfeito, apesar que a barriga de Carlos crescia mais do que de uma mulher grávida. Porém o que a irritava mais era os jogos de futebol ao domingo, fosse o que fosse Carlos, torcedor fanático, não deixava de assisitir uma partida do seu time.

Quando completaram 4 anos, Maria Eduarda (Duda) explodiu, e disse que era o futebol ou ela, que dentro daquela casa ele não via mais nem um jogo. Nos próximos 4 finais de semana ele ia ao bar mais próximo assistir, e a coisa piorou. Carlos voltava cheirando cigarro e cachaça. E novamente Duda não segurou e falou que não poderia aguentar e que ele tinha que parar de frequentar o bar.

Carlos vendo que não tinha mais saída resolveu a aceitar, porém aos jogos ele saía e depois desses passou a voltar, cheiroso, relaxado, não cheirava a cachaça nem a cerveja. E sempre sorrindo. Chegava abraçava Duda.

Duda, apesar ter visto as coisas acontecerem da forma que ela queria, começou a desconfiar e relutou quatro semanas até contratar um detetive para descobrir até onde ele ia, pois toda vez que perguntava a ele onde ele passara a assistir os jogos, Carlos desconversava.

Passou-se mais dois domingos e o detetive voltou com uma resposta e com uma cara nada bonita... Trouxe fotos que provavam que o carro dele entrava no Motel San Natali, e saía após o jogo.

Duda não esperou nem Carlos voltar, juntou as malas e foi para a casa da mamãe.

Para Carlos, não poderia ser nada melhor do que ver o jogo em uma TV de LCD e hidromassagem com o frigobar só para você.

Histórias tristes? Talvez... Nem tudo é o que parece!

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Bom dia informatizados!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Dica de vida!

Hoje é sexta feira dia de beber cerveja e sair para comemorar, bom isso para quem não trabalha amanhã.

Pois bem aqui vai um dica do que fazer na virada do ano ou simplesmente hoje, pois o dia de amanhã não espera.

Saia com vontade de sair, sem rumo, sem destino, apenas com a vontade de viver. Olhe para os lados e veja o verde e veja o azul, e quando der de fronte com o sol, pare o curta-o ao máximo, não sabemos se amanhã ele estará tão belo quanto hoje.

Quando amanhecer o dia, ao invés de reclamar dos barulho dos carros ouça os pássaros. Ao invés de reclamar do sono, ouça o seu coração bater. Antes de viver, ame! Antes de amar, ame a si mesmo!

Ria para o espelho, deite e olhe para o teto! Deite e olhe para o céu, o limite é você mesmo, e você faz o seu limite, durma na praia ao som do mar e acorde com o som de convidando para nadar!

Diga ao seu amigo que ele significa para você. E ouça o quanto importante você é para ele. Ame sem limite, pois o limite é você!

Veja seus pais, seja feliz simplesmente e eles também serão! Faça todas as loucuras que teve vontade mas não teve coragem, nade, corra, dance, grite, fale, sussurre. Diga para si mesmo o quanto é importante para você mesmo! A final das contas você vai perceber que a coisa mais importante no mundo não era o que você fazia e sim o que você era!

Bom final de semana! E um bom feriado!

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Aos meus Fiéis leitores
Paulo Morais

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Essa tal de tecnologia!

Sabe que programador é uma coisa um tanto quanto pornográfica, até por que quando novo ele é conhecido como um garoto que faz programa.

Mas chega na hora na vida de um programador que conhece o Java Swing, ai é uma maravilha!

Mas todo final de código só resta rodar, rodar o código!

E o pior é ter que passar 20 horas do seu dia na frente do computador e todo mundo achar que você está no MSN, no Orkut, no Facebook, ou então vendo sites porno ou quem é a capa do mês na playboy.
E pior que isso é quando você solta a expressão "invadiram a minha rede". Bom sem comentários né...

E quando você olha teu banco de dados, e solta a expressão: "Meu banco tem uma inconsistência", a jornalista (nada contra os jornalistas, aliás não precisa mais de faculdade, agradeça ao Lula) ao lado teimará em olhar para a sua cadeira, não é? Por esse motivo a informação poderia ser mais comutada!

E como Tecnólogo em Redes, evito falar coisas do tipo "pluga o cabo ae", ou "pode clipar meu cabo", ou até mesmo "vê se entrou". Essas mentes andam muito maliciosas hoje em dia.

Mas de qualquer forma, somos assim! 

Quem tiver mais alguma coisa só mandar nos comentários ou para paulohms4@hotmail.com


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Aos meus amigos Fatecanos!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tudo tem uma primeira vez! (Capítulo 3)

Carol era fascinada por desenho e não perdia se quer um episódio da pantera cor de rosa e da TV Colosso.

E da TV colosso ela era mais do que fascinada, toda vez que sua mãe pedia para ela secar a louça ela já tratava de copiar o bordão do Gilmar e dizer:

- Ih... to fora!


A melhor coisa era ser criança era poder viajar entre um jornal colosso ou se divertir vendo as olímpiadas de cachorro, mas como podia um cachorro falar se o meu não falava? Ela insistia com o pobre coitado bassê para andar sobre duas patas e conversar com ela, se ele era igual o Gilmar tinha que fazer como o Gilmar.

Triste foi o dia que Rafinha foi visitá-la de manhã:

- Oi  Carol, tudo bem?
- Tudo sim, entra ai para agente ver TV colosso?
- Que nada Carol, cansei de ver esses bonecos na TV.
- Bo.... bo...bo... ne... ne... cos?

Foi como caísse aquela bigorna do coyote que o papaléguas sempre jogava.

- Como assim? Boneco?
- É! Vai falar que você nunca reparou? A Priscila é quase do tamanho da minha mãe e o Gilmar, nunca viu que nem parece um cachorro, sei lá parece um fantoche...
- Fantoche?
- É que nem histórinha de papai noel.
- Papai noel?
- É também não existe! São só coisas que os adultos inventam.

Bom... brincar ela não foi, e sua mãe só pode confirmar a história. Tem uns amigos tão legais, certo?

Decepção infantil, é sempre um desenho da realidade!


Esse caso ficou conhecido como: O CASO COLOSSAL, a final de contas não é todo dia que se descobre que o Gilmar é de pano e o papai noel é de mentira.

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Baseado em fatos quase reais

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tudo tem uma primeira vez! (Capítulo 2)

Bruninho sabia que nessa época, aquele gordinho que teimava em descer pela chaminé na noites do dia 24 de dezembro, como podia um homem tão barrigudinho passar por aquele buraquinho que meu pai não consegue limpar.

Alguma coisa cheirava coisa errada. E esse ano não podia deixar escapar! Como de costume, chegando ao shopping antes de sentar, olhava para um lado e para o outro e aquele trenó parecia não ter por onde entrar. E onde estavam as renas? Na praça de alimentação onde o papai gosta de me levar? Ou seria naquele restaurante que a mamãe dizia que a comida era feita de minhoca? Será que as renas gostavam de minhoca? 


No auge dos seus 9 anos e meio Bruninho tinha mais dúvidas que seu pai. Chegando sua vez, antes de sentar no colo deu uma olhada dos pés a cabeça, e quando senta no colo do bom velhinho, ele pergunta:

- Que número o senhor calça?
- 43 meu filhinho e você?
- Num sei, minha mãe que compra.
- Hummm, falando em comprar qual o seu presente que vou ter que comprar esse ano?
- Estou decidindo, suas renas comem minhoca?
- Não, não meu filho. As renas comem só grama.
- E tem grama no Shopping?
- No estacionamento tem.
- Ah é verdade! Sua barba é de verdade?
- É sim, pode por a mão!
- Não é que meus amigos falam que você não é de verdade... Como você passa na chaminé? Não suja sua barba?
- A eu tomo cuidado meu filho.
- Já sei o que quero de natal! Quero que meu pai limpe a chaminé para o senhor não se sujar!

E depois de dizer aquilo saiu correndo ao encontro da sua mãe... E quando olhou para seu pai viu ele dando dinheiro para uma das mulheres de vermelho e de toquinha. Será que era para ajudar as renas comerem? Mas era grama do shopping... E por que o bom velhinho tava com um monte de roupa se estava no verão? E por que a filha da vizinha estava lá vestida de vermelho também? Tem alguma coisa errada.

Ela já estava ficando aflito com tantas dúvidas, mas teve a grande ideia, na noite de natal como de costume, quando sentasse novamente no colo do bom velhinho teria o trunfo para descobrir. Aproximando-se da noite ele, estava ancioso, porém com a certeza que iria resolver o caso e já se sentia como o detetive daquela história que a professora Janete contou mês passado.

Dito e feito! Sentou no colo de velhinho e começou!

- Que número o senhor calça?:
- 43 meu filhinho e você?
- Num sei, minha mãe que compra.
- Suas renas comem minhoca?
- Minhoca? Não, claro que não elas comem ração.
- Ração? Tem certeza?
- Tenho sim!
- Já sabia que você não era de verdade, quando meu pai voltar fala para ele que ele esqueceu de limpar a chaminé, vou durmi!
- Espera ai mocinho e seu presente? Não vai pegar?
- Ué eu não ganhei, a chaminé está suja.

É Bruninho quem é curioso descobre o que não quer. E o papai noel realmente era o seu tio... E no shopping bom anos depois descobriu que era um moço que morava na outra quadra.

Histórias tristes? Talvez... Imagina quando ele descobrir que o lanche não é de minhoca, ou é?